Diafanes - Release
Banda paulistana criada
por Lorena Hollander em agosto de 2002, com o objetivo
de trabalhar suas composições. Ainda nesse
ano Diafanes tocou em diversos shows e gravou seu primeiro
demo.
Em 2003 a banda compôs
e produziu a trilha sonora do espetáculo de dança
Sequences, de Laura Hallasz, que foi apresentado em Berlim.
O resultado desse projeto foi o single Love In / Wilt,
que mostra a identidade da banda, misturando guitarras
e baterias pesadas com linhas de baixo melódicas
e o timbre peculiar do vocal, tudo isso com uma forte
dose de experimentalismo.
Paralelamente a esse
projeto, a banda começou a apresentar seu novo
show em diversos locais como: Parque do Ibirapuera, CEU,
USP, Cursinho da Poli, Auditório do Conservatório
Souza Lima, Estação de Metrô São
Bento, além de diversas apresentações
em casas noturnas paulistanas, tendo grande receptividade
por parte do público. Gravou uma segunda demo e
fez o lançamento da mesma no Centro Cultural São
Paulo. Este show resultou na terceira demo da banda: Ao
vivo no Centro Cultural São Paulo.
A partir de 2004 a banda
começou a trabalhar na pré-produção
de seu primeiro álbum. O resultado foram 13 faixas,
gravadas no Nimbus Studios em São Paulo. O experimentalismo
que a banda já demonstrava ao vivo foi acentuado
pela excelente produção na gravação.
A arte do álbum, intitulado See Through, relaciona
as letras com as fotografias no encarte. Em algumas composições
do álbum a banda apresenta sonoridades árabe
e flamenca, e reforça essas características
usando instrumentos como castanholas, snujs e derbake.
Durante a gravação
desse CD também foi gravado o primeiro vídeo
clipe da banda Diafanes. O clipe, da música "Love
In", estreou na MTV Brasil em novembro de 2004. Atualmente
o clipe faz parte da programação de diversas
emissoras localizadas em diferentes partes do mundo como
WAMTV (Escócia) e Adrenaline Nation TV (EUA).
Em 2005 a banda fechou
contrato de distribuição exclusivamente
para o primeiro CD com a gravadora americana Digitone
Records, que lançou o álbum da banda nos
EUA e Europa, juntamente com os singles promocionais de
“Love In”, “Inside Me” e “Wilt”.
Estas músicas entraram na programação
de diversas rádios nacionais, como Brasil 2000
e 89 FM, e internacionais, como Nefarious Bovine Radio
(EUA), Radiotlt (Itália), 107.8FM The Saint (Inglaterra),
entre outras.
A banda realizou muitos
shows de divulgação do CD, incluindo shows
no Festival "Hoje o Rock Saiu" no Sesc Pompéia,
no Fórum Social Mundial 2005 em Porto Alegre, no
Alterna Rock Fest em Lorena e em diversas casas de shows
pelo Brasil todo.
Em 2006 a banda recebeu
dois prêmios nos Estados Unidos, um pelo vídeo
de “Love In”, no Festival de Filme George
Lindsey UNA Film Festival e outro pela música “Inside
Me”, no site Song of The Year.
Em julho de 2006 concorreu a uma vaga no Lollapalooza
Festival, um dos maiores festivais dos EUA, realizado
em Chicago. Entre outras 2 mil bandas internacionais,
Diafanes conseguiu ficar entre as 20 finalistas, sendo
a única banda brasileira a chegar às finais.
A banda foi selecionada pelo Perry Farrel, que além
de ser o vocalista do Jane’s Addiction é
também o fundador do Lollapalooza.
Em 2007 a banda fez sua
primeira turnê pelos EUA. O grupo fez 24 shows,
passando por grandes metrópolis como Nova Iorque,
Chicago, Boston, Madison e Minneapolis. A banda obteve
muito destaque em rádios e jornais, através
de diversas entrevistas e matérias e tocou em casas
onde já passaram artistas como Queens of the Stone
Age, Jimmy Chamberlain (Smashing Pumpkins), John Entwhistle
(The Who), Cake, L7, Wallflowers, Soulfly, Slayer, Godsmack,
Dave Weckl, Zakk Wilde, Stereophonics, Animals, Scott
Henderson, entre outros.
Além disso a banda
gravou o seu segundo álbum, intitulado "Obviously
Clear", que será lançado em novembro
de 2007. Neste segundo CD a banda introduziu instrumentos
diferenciados como koto (harpa japonesa), lapsteel, theremin,
berimbau de boca e cuíca para reforçar os
experimentalismos dessas novas composições,
que misturam rock pesado com bossa nova, música
tradicional japonesa e música árabe. Através
de 15 faixas a banda se mostra mais madura, sua identidade
é cada vez mais forte e única e as músicas
cada vez mais criativas e originais.
Em suas composições,
Diafanes procura sair do lugar comum do cenário
pop/rock, buscando sonoridades originais tanto na elaboração
de suas músicas como na escolha dos timbres. Esses
elementos surgem devido a grande diversidade de influências
de seus integrantes. Tais influências vão
desde Smashing Pumpkins, Veruca Salt, Soundgarden, Radiohead,
entre outras bandas dos anos 90, até bandas clássicas
como Queen e Pink Floyd, passando por compositores contemporâneos
de música erudita.
As letras, em inglês,
tratam não apenas de questões pessoais como
também de temáticas sociais e ecológicas,
por isso retratam a condição humana e facilitam
a identificação com seu público.
A proposta do grupo é
trazer ao seu público rock alternativo/experimental
de alta qualidade e envolvimento artístico. Tal
envolvimento parte das composições, letras,
arranjos, performance e extrapola os limites da produção
musical, abrangendo também o aspecto visual, através
dos encartes, cartazes, adesivos, sua página na
Internet e principalmente na arte do álbum. A integração
entre a música e as imagens é uma das principais
características do grupo.
O SHOW
O show é constituído
na maior parte de músicas próprias, pertencentes
ao álbum See Through e ao álbum que será
lançado em 2007. Em aproximadamente uma hora, a
duração da apresentação, o
Diafanes envolve o público graças à
execução expressiva de suas músicas,
que se contrastam. O entrosamento, bem como a habilidade
musical dos integrantes, aliado à utilização
de uma aparelhagem adequada e sofisticada, garantem a
qualidade da apresentação.
Em diversas apresentações,
graças a mistura de rock com música árabe
e o contexto em que esta sonoridade se encaixa, o show
conta com uma apresentação de dança
do ventre com três bailarinas, sendo que uma delas
é a própria cantora e guitarrista do grupo.
Além das músicas
próprias, são incluídas no set list
versões de canções de outras bandas
ou artistas nacionais e internacionais de diferentes estilos.
Tais versões nunca são idênticas às
originais, pois o grupo prefere fazer releituras buscando
interpretações próprias, para reforçar
sua identidade. As versões são escolhidas
a cada show, de forma que o set list nunca é igual
e sempre adaptado à vontade da banda. Algumas versões
já trabalhadas são de: Rita Lee; Smashing
Pumpkins; Mutantes; Queen; Beatles; Supertramp; Elton
John, Chico Buarque; Radiohead; Tears for Fears; entre
outros.
INTEGRANTES
Lorena Hollander –
voz, guitarra, koto e percussão (snujs, castanholas,
etc)
Aos 13 anos começou
a estudar violão. Dois anos depois passou a ter
aulas de guitarra, harmonia, teoria, percepção
e prática de bandas e a dedicar-se a fundo à
música. Nessa mesma época começou
a estudar canto com a professora Selma Buso e a fazer
aulas de dança do ventre. Aos 14 anos foi morar
nos Estados Unidos e aos 16 anos começou a escrever
suas primeiras músicas. Hoje é a principal
compositora da banda. Além de musicista também
é artista plástica, influenciada por seu
pai Gregório Gruber e pelo avô, Mário
Gruber. Na banda, é responsável por toda
arte gráfica e visual e dessa forma faz uma junção
de música com imagem. Atualmente estuda canto com
o professor Jeller Filipe, além de ter aulas de
música japonesa e koto, com Tamie Kitahara, e de
dança do ventre, com Tahira al Falak.
Ciro Visconti –
guitarra, lapsteel e theremin
Bacharel em guitarra,
com uma vasta experiência, já tocou em diversas
bandas, entre elas Duna, Deep Purple Cover e o Quarteto
de Guitarras Quattuor. Foi co-fundador do “Quadrivium”,
um dos primeiros quartetos de guitarras do mundo, e fez
concertos pelo Brasil inteiro. Participou do show "Brasil:
sonhos latinos" em 1996 no Japão, onde morou
por quase um ano. Ainda no Japão foi o guitarrista
da banda de blues americana B Flat Sharp. Atuou como compositor
e diretor musical em diversas peças teatrais. Ganhou
o prêmio “Jornada de Musicais” no SESC,
em 1994, pela trilha sonora e direção musical
da peça “No tempo das apoteoses” de
Vic Militello, com Rosi Campos. Há vários
anos desenvolve um trabalho didático como professor
no Conservatório Souza Lima. Dá aulas de
guitarra, teoria, prática de bandas, harmonia tradicional
e contraponto. Também no Conservatório fundou
e é regente da Orquestra de Guitarras. Além
disso, é colaborador e transcriber da revista Guitar
Player e endorser das guitarras Tagima e cabos Santo Angelo.
É um grande estudioso de harmonia, composição
e contraponto, tendo sido aluno de Ricardo Risek.
Samuel Denicol - baixo
e teclado
Músico experiente,
foi aluno de diversos baixistas como Ed Carvalho. Participou
de várias bandas de pop/rock, como Bonnie &
Clyde e Fennix, e tocou nas principais casas noturnas
de São Paulo. Atualmente integra também
a banda Rush Trails (banda-tributo ao Rush), da qual além
de baixista é também tecladista e um dos
fundadores.
Rafael Tortola - bateria,
derbake e castanholas
Toca bateria desde os
13 anos e começou a ter aulas aos 17. Estudou com
grandes bateristas brasileiros, como Dinho Gonçalves,
Ivan Busic e Douglas Las Casas. Durante três anos
foi aluno do Conservatório Souza Lima, onde teve
aulas de bateria, teoria, percepção e prática
de bandas. Atualmente, estuda música popular na
FAAM e acompanha Vanessa Oliviera.